sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

É Gripe?! O Mel é o melhor remédio!


Mel é eficiente contra os efeitos da gripe e resfriado

Além de adoçar, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso, o mel ainda auxilia em problemas de circulação e dos músculos. Mas atenção, crianças de até 1 ano não podem ingerir mel. Diabéticos, gestantes e lactantes devem tomá-lo sob prescrição médica.

Rico em elementos nutritivos, o mel deve constar na dieta de todos, principalmente na de quem sofre de estresse e cansaço. Contém água, glicose, sacarose, potássio, ferro, sódio, enxofre, cloro, cálcio, magnésio, fósforo, zinco, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e substâncias que agem como antibióticos naturais.

O mel ajuda a desintoxicar e favorece a digestão, sem sobrecarregar o organismo, podendo ser usado na combinação com frutas, leite, iogurte, pães e biscoitos. É um dos melhores e mais eficientes contra os efeitos da gripe e resfriados. É também um ótimo complemento alimentar.

Tudo isso é inerente a qualquer tipo de florada. Todo mel de abelhas puro contém todos esses nutrientes, independente de ser assa-peixe ou silvestre.

O Mel é reconhecido há séculos por propriedades terapêuticas. Um estudo realizado por pesquisadores americanos sugere que o mel é o melhor remédio para tosse.
Cientistas da Universidade Estadual da Pennsylvania dizem que componentes encontrados no líquido viscoso e açucarado, reconhecido há séculos por suas propriedades terapêuticas, matam micróbios e atuam como antioxidantes.

O estudo, publicado na revista especializada Archives of Paediatric and Adolescent Medicine, analisou 105 crianças entre 2 e 18 anos com tosse forte e freqüente durante a noite.

Os participantes foram divididos em três grupos. As crianças do primeiro grupo tomaram uma colher de mel, as do segundo, uma de xarope industrializado à base de dextrometorfano (DM) – substância encontrada em vários xaropes existentes no mercado -, e, o terceiro, um medicamento placebo.

Questionamento

Todas as doses foram administradas pelos pais 30 minutos antes de as crianças irem para a cama.

Os cientistas observaram que as crianças que haviam tomado o mel apresentaram uma melhora significativa na tosse noturna.

Um alívio dos sintomas também foi verificado no segundo grupo, porém não tão expressivo quanto no primeiro. As crianças que haviam tomado o placebo não apresentaram melhoras.

Ian Paul, professor de pediatria e líder do estudo, disse que a pesquisa vem se somar “à crescente literatura médica que questiona o uso de xarope à base de DM em crianças”.

“Outros estudos serão necessários, mas esperamos que os profissionais da área de saúde passem a considerar mais o mel como uma alternativa segura, legítima e mais barata para o tratamento da tosse infantil”, disse Paul.

Benefícios:

CIPÓ-UVA
Atua como expectorante, desintoxicante e laxante. Ainda possui uma propriedade que ajuda na limpeza do fígado.

COM PRÓPOLIS E AGRIÃO
É descongestionante, anti-inflamatório e diurético. Também ajuda a limpar o sangue e melhora a circulação.

EUCALIPTO
Como é expectorante e tem ação bactericida nas vias aéreas, funciona para o tratamento de casos de tosse e bronquite.

COM PRÓPOLIS
Une a propriedade bactericida do mel com o efeito antibiótico da própolis. Indicado para quem tem problemas nas vias respiratórias.

COM PRÓPOLIS E EUCALIPTO
Combate a gripe e ajuda a cuidar dos brônquios. Ainda conta com propriedades anti-inflamatórias.

DE LARANJEIRA
Considerada uma das versões mais saborosas, é calmante, regula o intestino e ainda previne cãibras e distensões musculares.

COM GUACO E PRÓPOLIS
Graças ao guaco, que facilita a eliminação da secreção com a tosse, é broncodilatador, antiasmático e expectorante.

COM PRÓPOLIS E POEJO
Ideal para combater problemas respiratórios, também auxilia na revitalização do organismo.

SILVESTRE
A versão mais clara deve ser tomada por crianças e idosos. Já a mais escura é ótimo laxante, tônico energético e estimulante da imunidade.

COM PRÓPOLIS E LIMÃO-CRAVO
Indicado principalmente em casos de gripes e resfriados, justamente por ser rico em vitamina C.

COM PRÓPOLIS E LÓTUS
Dilatador dos brônquios e expectorante, é indicado para portadores de asma, bronquite e amigdalite.
Fontes:


Fontes:http://correiodobrasil.com.br/mel-e-eficiente-contra-os-efeitos-da-gripe-e-resfriado/153705/ http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071204_melxarope_fp.shtml

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Meu dia pede Mel!


O SEBRAE e a Confederação Nacional de Apicultura (CBA) lançaram uma campanha para incentivar o consumo do MEL em todo o país. O objetivo é divulgar o mel como alimento natural e fonte pura de energia, através da Campanha 'Meu dia Pede MEL'. (Criação: Agência 6P)

Link para vídeo da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=Y67dMqs_4us

Essa é uma ótima iniciativa para que nós brasileiros possamos descobrir o que o europeu por exemplo já sabe há tempos: MEL É UM SUPER ALIMENTO!

Enquanto no Brasil o consumo está estimado em aproximadamente 200g por pessoa ao ano, na Alemanha e Suiça se calcula um consumo de 2.400g por pessoa ao ano.

"Como complemento alimentar o mel é importante devido a sua composição rica em nutrientes essenciais ao corpo, é indicado como suplemento alimentar diário para todas as idades", afirma. Uma pessoa deve ingerir, no mínimo, uma colher de sopa (30g) de mel por dia.
É indicado para as afecções das vias respiratórias, como faringites, bronquites, coriza, laringites, tosses e resfriados; nos casos de cólicas intestinais, úlceras da mucosa gástrica; afecções hepáticas; alivia dores de cabeça e a depressão.

Composição química do mel
Açúcares - 78% a 80% Tipo monossacarídeos - glicose (31%), frutose (38%), maltose (7%) e outros açúcares complexos.
Lipídeos 0,1 % - ácidos graxos como o oleíco, linoleíco e palmítico Proteínas 1% - Aminoácidos livres Ácido aspártico, ácido glutâmico, alanina, arginina, aspargina, cistina, glicina, histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina, triptofane, tirosina e valina Sais Minerais 0,2% - principalmente, cobre, manganês, ferro, enxofre, bório, fósforo Vitaminas A, B1,B2,B3,B5,B6,B8 e B9, C, D, K

Fontes:
http://www.ceplac.gov.br/radar/Artigos/artigo11.htm
http://bebe2000.com.br/gestacao/alimentacao/mel/

Maranhão realiza I Feira de Arranjos Produtivos Locais


Está sendo realizada, em São Luís, entre os dias 30 de agosto e 05 de setembro, a I Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais do Maranhão. O evento acontecerá no Parque Independência, durante a EXPOEMA, e trará como tema “APLs - Um novo olhar sobre o Desenvolvimento Local”. Trata-se de uma realização do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de São Luís (STTR) com patrocínio do Banco da Amazônia-BASA e o apoio do SEBRAE-MA, Banco do Nordeste e a Associação de Criadores do Maranhão.

Na feira serão realizadas palestras, mesa redonda e oficinas onde serão avaliados os Arranjos Produtivos Locais no contexto sócio econômico e cultural do Estado do Maranhão visando identificar os impactos, gargalos e possibilidades de negócios surgidos com a implantação do Programa.

O público-alvo será formado por representantes do setor governamental, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa, e sociedade civil. Durante a Feira Tecnológica de Arranjos Produtivos Locais serão apresentadas e discutidas temáticas, como: APLs e Políticas Públicas de Desenvolvimento Regional no Brasil e APLs: Competitividade, Tecnologia e Inovação, APLs como política de Desenvolvimento para o Maranhão, além da realização de oficinas onde serão debatidos os APLs do Turismo/Artesanato, do Mel, de Hortaliças/ Fruticultura e Ovinocaprinocultura.

E é claro que a APECADI está participando deste grande evento, estaremos com um stand onde os visitantes poderão degustar e adquirir um delicioso mel e vários outros produtos.

Fonte: http://feiraplsma.blogspot.com/

segunda-feira, 15 de março de 2010

CONHECENDO A APITOXINA

O potencial terapêutico do veneno das abelhas foi usado em muitas civilizações antigas. Os egípcios já conheciam o seu poder curativo, onde era utilizado no tratamento de doenças artríticas e reumáticas. HIPOCRATES, 400 a.C. relata o uso da picada de abelha na cura de artrite.
Apesar disto, apenas no final do século XIX, os venenos começaram a atrair a atenção dos trabalhos de pesquisa médica, pois até então a sua utilização era feita de modo empírico. Atualmente alguns países fazem o uso da ferroada de abelhas no tratamento das doenças reumáticas. Nos últimos anos tem se intensificado o estudo sobre a utilização do veneno. Alguns autores revelam que este pode ser utilizado não só apenas na cura em doenças artríticas e reumáticas, mas também em doenças vasculares degenerativas (PARTENIU & NEACSU, 1973).
Contra lipemia e alto índice de colesterol (YANG-RUIY et al., 1987). Utilidades antimicrobianas (TATU, 1987) e, como bioinseticida (FERNANDES, 1989).
A quantidade total de veneno contido em um saco de veneno de uma abelha varia entre 3 a 4 mg.Deste total aproximadamente 80% é água; outros componentes voláteis constituem 4 a 8% do total. A matéria seca fornecida por um ferrão é de aproximadamente 0,1 mg (LEVINE & LOCKEY, 1986). O veneno in natura é transparente, espesso, possuindo aroma característico e sabor amargo. Sua densidade é 1,1313.
Em sua composição entram: ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido fosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, fosfato de magnésio, cobre, cálcio, substâncias azotadas, fosfolipase, hialurodinase, etc.
Em forma de pomada, é indicado no tratamento de artrite, sinusite, reumatismo e inflamações pós-operatórias, escolioses, tendinites, artroses, nervo ciático, espondilites, varizes e melhora significativa em inflamações causadas pela osteoporose.
(texto retirado de:www.apiarios montanha.com)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

As origens da apicultura

O homem e a abelha têm um relacionamento desde a antigüidade, sobre o qual advém o provérbio Inglês que diz "A história do mel é a história da humanidade". O mel era considerado o único produto adocicado da humanidade, por isso os homens chamados de "caçadores de mel" coletavam o mel dos ninhos naturais, mesmo pondo em risco a sua vida, ao sofrer os ataques das abelhas, quando subiam as encostas em busca do mel. Foi encontrado, na caverna da Aranha, na Espanha, o desenho na pedra, mostrando a atividade do "Caçador de mel" da época de 7.000 a.C. Posteriormente, além da Espanha, os desenhos foram encontradas na África do Sul e na Índia, nas paredes das pedras e nas cavernas. Através destes desenhos, pode-se observar que os caçadores de mel, na era da pedra lascada e no final da era glacial, coletavam mel dos ninhos da abelha ocidental e da abelha gigante da Índia. Na época, utilizavam cestos para colocar apetrechos e o mel coletado. Atualmente, na África do Sul, Sul da Arábia, Índia (Himalaia), Nepal e no Sudeste Asiático, os caçadores de mel ainda atuam da mesma forma antiga, utilizando materiais como, corda, escada de cipó, cesta, machado e facão.
((Publicação:Masayasu Konishi (1993), "História Cultural dos Insetos", Jornal Asahi

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Informações sobre o mel

Quando a tosse incomoda, você logo apela para umas colheradas de mel. Mas as propriedades deste líquido açucarado vão muito além do combate à gripe e a problemas respiratórios, segundo a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde. "Além de adoçar os alimentos, o mel é fonte de muitos nutrientes. Por isso, é um ótimo substituto para açúcar", afirma a especialista. "Trata-se de um alimento de alta qualidade e energético. Fonte de flavonóides, proteínas, ácidos, vitaminas e enzimas tem ação imunológica, analgésica, anti-bactericida, antiinflamatória e funciona como laxante natural". E será que você tem tirado proveito de tudo isso da melhor maneira? Confira a seguir algumas dicas e deixe sua dieta mais saborosa e nutritiva.
Dor de garganta
Quando o pigarro incomoda e fica difícil, não demore a tomar umas colheradas de mel. A nutricionista do Mundo Verde afirma que ele contém substâncias como a inibina, de ação bactericida. "Ela impede o crescimento de bactérias que causam problemas respiratórios e de garganta, além de ter ação antifúngica", diz.
Mais saudável do que o açúcar
O açúcar branco é fonte de calorias (avaliação de peso) vazias e não oferece nenhum nutriente ao organismo, além da glicose. Já o mel é fonte de fitoquímicos, vitaminas e minerais, ou sejam ele adoça e nutre ao mesmo tempo.
Mel no microondas
O mel não pode ir ao microondas. Segundo a nutricionista, se ele for aquecido acima de 40º C, ele perde seu potencial nutritivo. Caso a bebida cristalize, coloque em banho-maria ou sob o sol para torná-lo líquido novamente.
Duas colheres bastam
Para usufruir de todos os benéficos do mel, não precisa exagerar. Duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes. As crianças a partir de um ano podem consumir o alimento sem risco de alergia.
Digestão mais potente
O mel tem função pré-biótica, favorecendo o crescimento da microbiota intestinal. Isso melhora o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes.
Cobertura para torradas
Indo ao forno, o mel perde suas propriedades nutricionais. Então, em vez de usá-lo nas receitas, pense no alimento como substituto do açúcar na hora de adoçar chás. Frutas, torradas, pães e tapiocas também ficam uma delícia com algumas gotas de mel acompanhando.
O mel e as cáries
Apesar da ação de combate às bactérias, o mel pode servir de alimento para os microorganismos que causam a cárie (como acontece com qualquer alimento fonte de carboidratos).
Diabetes, um risco
O mel é fonte de carboidratos simples e de alto índice glicêmico, portanto pessoas com diabetes devem evitá-lo (sob o risco de descontrolar as taxas de açúcar no sangue). Mas ele é mais bem aceito pelo organismo do que o açúcar. "Isso porque 40% da composição do mel é frutose, o açúcar natural das frutas, bem menos prejudicial", afirma a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro.
Coração saudável
A nutricionista do Mundo Verde cita um estudo recente, que aponta o mel como um agente que protege o organismo contra a doença coronária. "Entretanto o uso deve ser moderado para evitar a obesidade", ressalta Flávia. "O mel tem o poder de revitalizar artérias e veias, reduz os níveis de colesterol sanguíneo pelo seu poder antioxidante", a especialista do Emagrecentro.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A importância da alimentação das colônias de abelhas durante a entressafra

Nas abelhas, como em todo animal, a capacidade produtiva e reprodutiva está relacionada com a eficiência nutricional. Dotadas de um aparelho bucal lambedor, com raras exceções, as maiores fontes de alimento dos adultos são o néctar e o pólen, que possuem grande variação nutritiva, de acordo com a espécie botânica. O néctar fornece carboidratos e minerais, enquanto o pólen constitui a principal fonte de proteínas, lipídeos, minerais e vitaminas. A quantidade de alimento necessária para as colônias depende da quantidade de cria e abelhas adultas existentes na mesma. No Nordeste, conhecido pelo potencial apícola e diversidade da flora nativa explorada pelas abelhas, existe uma concentração de floradas e alimento para as abelhas no período chuvoso, em contraste com a escassez observada durante o período da estiagem. A insuficiência de alimento nesse período provoca um enfraquecimento das colônias, comprometendo a produção de mel da safra seguinte. Outro efeito da falta de alimento é a perda de colônias, provocada pelo abandono das abelhas, que partem em busca de regiões menos hostis. Devido à sazonalidade na disponibilidade dos recursos naturais e dos problemas encontrados com a deficiência de nutrientes nas colônias, existe a necessidade de se fornecer alimentação alternativa no período da entressafra. Essa alimentação suplementar, além de evitar a desnutrição e o estresse, auxilia na prevenção de doenças e ataques de inimigos naturais. Em algumas ocasiões especiais é necessário também o fornecimento de alimento mesmo com a disponibilidade de flores, a exemplo do que ocorre durante a florada do cipó-uva (Serjania sp.). Esta espécie vegetal, que produz flores no período seco, possibilita a produção de um mel claro, com excelente qualidade e ótimo valor comercial. Entretanto, por não fornecer pólen e por não haver outra florada disponível nesta época, os apicultores necessitam fornecer um alimento protéico suplementar para garantirem uma nutrição adequada das suas colônias. A alimentação das abelhas também se faz necessária durante o período de floração de plantas tóxicas, com o objetivo de desviá-las dessa fonte de alimento; em serviços de polinização de algumas culturas; durante o período de produção de rainhas e pólen; para aumentar o número de colônias no apiário; para incrementar a produção de geléia real; para produzir zangões para acasalamento das rainhas e para recuperação das colônias enfraquecidas. Não existe uma época certa para o fornecimento do alimento, uma vez que este período varia de acordo com a região e o objetivo. A quantidade de cria, o estado geral da colônia, a quantidade e qualidade de néctar e pólen coletados pelas abelhas determinam a necessidade da alimentação suplementar. Sendo assim, o produtor deve ficar atento para o fluxo de alimento nas suas colônias. Vários alimentos substitutos podem ser usados para as abelhas, como misturas contendo farinha de soja, leite em pó e levedura de cerveja. Embora existam várias receitas desenvolvidas para tentar suprir a deficiência nutricional das abelhas no período de escassez de alimento, é necessário que o apicultor procure alternativas regionais para diminuir os custos de produção. No Nordeste, para redução de custos, algumas pesquisas foram realizadas utilizando na alimentação de colônias jatobá (Hymenaea spp.), farinha de casca e semente de acerola (Malpighia glabra), farinha de arroz (Oryza sativa), fubá e farinha de milho (Zea mays); rapadura de cana-de-açúcar; feno das folhas de mandioca (Manihot esculenta); feno das folhas de leucena (Leucaena leucocephala); farinha de vagem de algaroba (Prosopis juliflora); farinha de vagem de bordão-de-velho (Pithecellobium cf. saman) e farelo de babaçu (Orbygnia martiana). Inúmeras outras opções podem ser testadas pelo produtor, que pode buscar novas alternativas em sua região. O importante é não deixar de fornecer uma alimentação alternativa sempre que verificar necessidade.